Jantares de Natal
Durante esta semana tive oportunidade de ir a dois jantares e a um almoço de Natal. Todos com colegas de trabalho.
O primeiro foi de toda a empresa. Boa comida, bom convivio, má música, bom espectáculo, bonito cenário. O balanço é muito positivo.
O segundo foi com colegas de uma empresa "parceira". Um convivio maior, mais risos, mais conversas sérias, comida razoável e um cenário bem aceitável. Balanço positivo.
O almoço foi com os colegas do departamento. Boa comida, nenhum convivio, mau cenário e carissimo. O balanço foi muito negativo.
Nestes jantares e almoço houve pessoas que foram a ambos. Pessoas que supostamente deveriam saber comportar-se. Pessoas que com o cargo que têm deveriam ser bem educadas, saber conviver e querer conhecer as pessoas que trabalham para elas. Marcar presença e pagar jantares de nada serve.
Se pouco sabem trabalhar e não sabem conviver, o que querem fazer da vida?
Estas situações levam um sem número de pessoas a questionarem-se de como é possível tudo isto acontecer.
A simplicidade e a autenticidade de algumas pessoas, mal vista pela maioria, leva-me, por vezes, a querer estar com estas, em detrimento das que pensam que tudo sabem.
Felizmente, este sentimento é partilhado por mais alguns colegas.
De nada serve mostrar a qualidade do carácter de uma pessoa a outra, que à partida já tem um conceito pré-definido.
Há pessoas que gostam de viver no seu mundinho confortável e rico, sempre rodeados das mesmas pessoas e a frequentar os mesmos lugares. Pois então digo-vos: meus caros...poderão ser felizes agora, que ainda são novos. Mas podem olhar para o lado e vêrem o vosso semelhante, com uma idade superior, a: envenenar colegas e a "engonhar" o trabalho. Em outras ocasiões é visível uma tristeza profunda, um sorriso forçado e uma cara de por favor.
Às vezes só me dá vontade de mandar tudo para o ar e dizer tudo o que penso. Contudo, prometi a mim mesmo que não o farei, pelo menos para já.
Resumindo, poderei dizer que apesar das iniciativas destes jantares de Natal serem boas, pecam por não conseguir transmitir o espírito desta época a todos os presentes.
Espero pois que vão aprendendo e quem sabe, um dia, conseguem finalmente abrir os olhos.
O primeiro foi de toda a empresa. Boa comida, bom convivio, má música, bom espectáculo, bonito cenário. O balanço é muito positivo.
O segundo foi com colegas de uma empresa "parceira". Um convivio maior, mais risos, mais conversas sérias, comida razoável e um cenário bem aceitável. Balanço positivo.
O almoço foi com os colegas do departamento. Boa comida, nenhum convivio, mau cenário e carissimo. O balanço foi muito negativo.
Nestes jantares e almoço houve pessoas que foram a ambos. Pessoas que supostamente deveriam saber comportar-se. Pessoas que com o cargo que têm deveriam ser bem educadas, saber conviver e querer conhecer as pessoas que trabalham para elas. Marcar presença e pagar jantares de nada serve.
Se pouco sabem trabalhar e não sabem conviver, o que querem fazer da vida?
Estas situações levam um sem número de pessoas a questionarem-se de como é possível tudo isto acontecer.
A simplicidade e a autenticidade de algumas pessoas, mal vista pela maioria, leva-me, por vezes, a querer estar com estas, em detrimento das que pensam que tudo sabem.
Felizmente, este sentimento é partilhado por mais alguns colegas.
De nada serve mostrar a qualidade do carácter de uma pessoa a outra, que à partida já tem um conceito pré-definido.
Há pessoas que gostam de viver no seu mundinho confortável e rico, sempre rodeados das mesmas pessoas e a frequentar os mesmos lugares. Pois então digo-vos: meus caros...poderão ser felizes agora, que ainda são novos. Mas podem olhar para o lado e vêrem o vosso semelhante, com uma idade superior, a: envenenar colegas e a "engonhar" o trabalho. Em outras ocasiões é visível uma tristeza profunda, um sorriso forçado e uma cara de por favor.
Às vezes só me dá vontade de mandar tudo para o ar e dizer tudo o que penso. Contudo, prometi a mim mesmo que não o farei, pelo menos para já.
Resumindo, poderei dizer que apesar das iniciativas destes jantares de Natal serem boas, pecam por não conseguir transmitir o espírito desta época a todos os presentes.
Espero pois que vão aprendendo e quem sabe, um dia, conseguem finalmente abrir os olhos.
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